Terça-feira, 07.12.10

Contra o aumento de preços...

... poupar, poupar!

 

Uma forma de economizar dinheiro - ou o planeta, dependendo da ótica utilizada - é poupando energia. Ou usá-la de forma racional, o que coverge para o mesmo.

Então agora, que o friozinho já aperta e que os preços das várias formas de energia aumentam - e vão aumentar mais! -, há todas as razões e mais uma para o fazer.

Aqui poderão encontrar diversas dicas para isso - e sobretudo a explicação dos respetivos porquês.

Não custa tentar...

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Sexta-feira, 12.11.10

A Escola Básica de Paços de Ferreira na Escola Electrão

No passado dia 9 de novembro recebemos este mail da Escola Electrão:


Caro Professor Emídio Henrique dos Mártires Gardé,

O prazo para inscrição na 3.ª edição da Escola Electrão terminou recentemente, sendo com muito orgulho que o informamos de que este ano o projecto contará com 646 escolas aderentes!

Queremos uma vez mais felicitá-lo por pertencer a esta enorme comunidade unida pelo ambiente, e relembrá-lo de que temos à sua disposição a Acção Extra "Blog Electrão", a decorrer no nosso blog oficial: blogelectrao.blogspot.com.

É fácil aderir ao Blog Electrão e contribuir para a partilha de experiências e bons exemplos no âmbito da sensibilização para a temática dos REEE: basta ir registando o envolvimento da sua comunidade escolar no projecto e fazer-nos chegar pequenas notícias e fotos ou vídeos. Para além de publicados no Blog Electrão, os melhores contributos terão ainda um lugar especial nas newsletters do projecto Escola Electrão e da Amb3E.

Sempre que tiver um texto ou imagens para partilhar, queira por favor enviar-nos as suas participações para geral@escolaelectrao.pt . Saiba mais sobre esta acção extra no site do projecto - www.escolaelectrao.pt - e conheça detalhes como o peso máximo dos ficheiros e outras informações adicionais que constam do documento "Dossier Blog Electrão".

Estamos confiantes de que o registo e a partilha do trabalho desenvolvido pelas escolas aderentes permitirá chamar a atenção de cada vez mais pessoas para a problemática dos REEE e para a importância do nosso contributo na defesa do planeta. E desde que com o conhecimento do professor responsável, até os alunos podem participar.

Ficamos a aguardar os contributos enérgicos da sua comunidade escolar!

Cumprimentos,

Equipa Escola Electrão


Portanto, a partir de agora, além dos vidros, papéis, embalagens de plástico e de metal e óleos alimentares usados - convém relembrar que a nossa foi a primeira Escola Básica do Concelho de Paços de Ferreira, e continua sendo a única,  a fazê-lo - também passaremos a recolher equipamentos elétricos usados!

A recolha seletiva de resíduos - e a sua consequente redução de consumo energético - continua a aumentar na nossa Escola!

Mas não vamos parar por aqui! Em breve haverá mais novidades!

Sábado, 12.12.09

Negócio verde

Estudo publicado ontem pelo Fundo Mundial para a Natureza

Tecnologias verdes podem ser terceira maior indústria mundial em 2020

12.12.2009 - 10:18 Por Lusa

Em 2007, as vendas tecnológicas limpas, com baixo índice de combustíveis fósseis, como a solar, a eólica e a biomassa, atingiram 630 mil milhões de euros

O relatório prevê que daqui até 2020, a indústria (verde) vai render 1600 mil milhões de euros por ano, tornando-se o terceiro sector industrial, atrás do automóvel e da electrónica, explica o Fundo, em comunicado.

Em 2007 as vendas tecnológicas limpas, com baixo índice de combustíveis fósseis, como a solar, a éolica e a biomassa, atingiram 630 mil milhões de euros, à frente da indústria farmacêutica.

O estudo, intitulado “Economia limpa, planeta vivo - construir indústrias de tecnologias limpas”, prevê um aumento de energias renováveis a um ritmo de 15 % ao ano. No entanto, o Fundo Mundial para a Natureza acredita que um acordo na Cimeira sobre o Clima, que está a decorrer em Copenhaga, possa aumentar estes valores. 

“Imaginem o que seria possível com um acordo sobre o clima em Copenhaga e os mecanismos nacionais para o pôr em andamento?”, afirmou Kim Carstensen, responsável pelo Fundo, citado no comunicado.

A Alemanha, os Estados Unidos da América e o Japão lideram actualmente a venda de tecnologias verdes, segundo dados do Fundo. A China, que está na quarta posição da lista, deverá “aumentar rapidamente as suas quotas de mercado” nos próximos anos, explica este estudo, o primeiro do género a nível mundial. 

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Nota: foram feitas algumas correcções ao texto original do Público, que trazia diversos erros, pouco admissíveis num jornal de referência. 

publicado por p3es às 11:22 link do post | comentar | favorito
Segunda-feira, 16.11.09

A crise da energia verde

Consumo mundial de electricidade recua pela primeira vez desde 1945

O consumo mundial de electricidade vai recuar em 2009 pela primeira vez desde a Segunda Guerra Mundial, indica um estudo do observatório dos mercados da energia. 

O estudo cifra a queda da procura mundial de electricidade em 3,5 % em 2009 e a do gás em 3 %. 

"No primeiro semestre, o consumo de electricidade dos principais países europeus caiu 5 % e o consumo de gás 9 % face ao primeiro semestre de 2008", refere o relatório, imputando este recuo à crise económica e, mais particularmente, ao recuo da actividade industrial.

Esta baixa do consumo começa a fazer sofrer os grandes fornecedores europeus de energia. Os fornecedores de energia estão muito mais afectados pela crise económica do que se pensava há um ano: o consumo baixa, as tarifas baixam e fizeram aquisições dispendiosas que tiveram por efeito diminuir os respectivos tesouros de guerra", sublinha Colette Lewiner, responsável do estudo.

Os grandes grupos energéticos encontram-se entre uma dívida que aumentou e uma rentabilidade que se deteriorou. Para enfrentar este novo desafio financeiro, os grandes do sector "adiaram os investimentos nos meios de produção, o que não é uma boa notícia para a segurança do aprovisionamento", acrescenta.

Se ainda é cedo para constatar uma baixa generalizada do investimento, as energias renováveis são já afectadas. Os investimentos em energias renováveis recuaram 14 % na Europa no segundo semestre de 2008, em ruptura com uma taxa de crescimento anual média de 56 % nos últimos cinco anos.

A Agência Internacional da Energia (AIE) prevê uma baixa mundial dos investimentos na energia verde de 38 % em 2009.

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Quinta-feira, 08.10.09

Primeiro parque temático de energias renováveis do país

Primeiro parque temático de energias renováveis do país abre em Loures

08.10.2009, Lusa

Moinhos de vento, aerogeradores, painéis solares. Estes são apenas alguns dos equipamentos que podem ser encontrados, a partir de hoje, no primeiro parque temático do país vocacionado para as energias renováveis que abre em Loures.

O parque temático de energias renováveis de Loures situa-se no Parque Urbano de Santa Iria da Azóia, criado em 2000 num espaço que serviu de aterro à Valorsul entre os anos de 1988 e 1996, que viria a ser recuperado e reconvertido nos anos seguintes.

Neste espaço encontrava-se já, desde 2006, uma horta solar, um projecto impulsionado pelo Gabinete Técnico Florestal da Câmara de Loures que em Junho do ano passado recebeu uma menção honrosa da Direcção-Geral das Autarquias Locais pelas boas práticas na área do ambiente, tendo-lhe sido atribuído o terceiro lugar do concurso de projectos inovadores na área da Sustentabilidade Local.

“Sempre foi nossa intenção depois deste projecto da horta solar alargar a área de sensibilização ambiental, essencialmente direccionado para as crianças que têm oportunidade de contactar com as diferentes formas de utilização das energias renováveis”, explicou à Lusa o vereador do Ambiente, João Galhardas.

O parque temático é constituído por um pólo de demonstração de equipamentos, espalhados por 24 hectares, como moinhos de vento, aerogeradores e painéis solares, que se encontram em funcionamento e mostram aos visitantes todo o processo de recolha e transmissão de energia.

“Um dos exemplos do aproveitamento energético que se faz é a da água quente das casas de banho que é aquecida pela energia transmitida por um painel solar”, exemplificou.

O parque temático de energias renováveis de Loures resulta de um investimento de cerca de 1,5 milhão de euros, repartidos entre a autarquia e várias empresas que patrocinaram a sua construção.

 

publicado por p3es às 11:26 link do post | comentar | favorito
Domingo, 09.08.09

Parece que a nossa escola foi pioneira em vários aspectos

Projecto ensina alunos a poupar energia nas suas escolas 

 
 Um projecto desenvolvido por duas empresas de Coimbra em parceria com congéneres finlandesas pretende ensinar os estudantes portugueses a poupar energia nas escolas já a partir do próximo ano lectivo, disse fonte do promotor nacional.

O EnerEscolas passa pela monitorização da electricidade e gás consumidos em cada estabelecimento de ensino para aquecimento de salas de aula e edifícios administrativos. Depois, os dados são tratados por um programa informático, segmentado por faixas etárias, que permite aos alunos interpretar os resultados e compará-los com os de outras escolas. 

A partir dos dados recolhidos os alunos poderão simular medidas para melhorar consumos e os índices energéticos das suas escolas.

"É um projecto com uma forte componente de eficiência energética. Prevê a integração nos currículos escolares para que os alunos assimilem noções de consumo e poupança de energia, baseadas em dados reais da sua própria escola", disse Basílio Simões, responsável da empresa ISA (Intelligent Sensing Anywhere). 

Os estudantes poderão ainda aprofundar os seus conhecimentos sobre energia na disciplina de Física, aprender o ciclo do carbono e questões ambientais em Geografia, praticar Matemática através de exercícios sobre consumo ou estudar as formas de geração de energias alternativas em Ciências da Natureza, exemplificou. 

"A ideia é os dados recolhidos serem tratados à luz dos conteúdos programáticos das várias disciplinas", frisou Basílio Simões, para quem a eficiência energética "constitui uma oportunidade de ensino". 

O projecto vai arrancar já no próximo ano lectivo, com carácter de experiência-piloto, em três escolas do país. 

"Ainda estamos a seleccionar as escolas", disse Basílio Simões, revelando, no entanto, que uma delas será a secundária Avelar Brotero, em Coimbra, que haverá também um estabelecimento de ensino de Lisboa mas que o terceiro ainda está por definir.

Além da ISA, o projecto EnerEscolas reúne a empresa de base tecnológica Take The Wind e dois parceiros finlandeses, no âmbito do programa europeu Eureka.

 

 Fonte: http://ecosfera.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1395011

 

Câmaras têm até 2011 para pôr a funcionar recolha de óleos alimentares usados

Todos os anos as cozinhas portuguesas deitam fora entre 43 mil e 65 mil toneladas de óleos alimentares usados. Algumas autarquias voluntariam-se para atacar o problema. Ontem, pela primeira vez, o Governo decidiu dar uma resposta a nível nacional, assente em redes de recolha municipais. As câmaras têm até 2011 para instalar oleões na via pública.

 

O óleo que sobra das frituras ou que escorremos das latas de atum nada tem de inocente. Longe da vista dos consumidores polui os solos e as águas subterrâneas e superficiais. A maioria vem do sector doméstico (62 por cento) e da hotelaria e restauração e bebidas (37 por cento).

Ontem, o Conselho de Ministros aprovou o regime jurídico para a gestão destes óleos, dando prioridade à reciclagem e promovendo a responsabilização de consumidores, produtores, operadores de distribuição e de gestão.

O Decreto-lei aprovado, mas ainda não publicado em Diário da República, impõe a criação de redes municipais de recolha. Assim, até 31 de Dezembro de 2011, os municípios com mais de 300 mil habitantes devem disponibilizar, pelo menos, 40 pontos de recolha. Em 2015, esse número deverá ser o dobro. Consoante o número de habitantes, o número de oleões varia, até chegar aos municípios com menos de 25 mil habitantes. Estes devem disponibilizar oito pontos de recolha até ao final de 2011 e 12 até ao final de 2015.

A ideia é que o óleo usado recolhido seja reciclado e transformado em biodiesel. De momento esta ideia está a ser posta em prática por pequenos projectos municipais e por pequenas e médias empresas.

Óleos alimentares usados têm destino ambientalmente incorrecto


Actualmente, os destinos que lhe damos não são satisfatórios: ou vão ralo abaixo – e causam o aumento dos custos de tratamento das águas residuais – ou contribuem para a saturação dos aterros. Mas até agora também não há grandes alternativas, com excepção para algumas cidades que se voluntariaram na recolha destes óleos, como Sintra e Barreiro.

De facto, a recolha selectiva ainda é “muito incipiente” no sector doméstico, reconhece o Governo. “É tudo esporádico e pontual, apesar de acharmos que as pessoas estão sensibilizadas”, disse ao PÚBLICO Cármen Lima, da associação ambientalista Quercus.

Esta responsável contou que hoje já existe recolha de óleos em escolas, hipermercados, ecocentros de sistemas municipais. Há até alguns condomínios que se organizaram e pedem directamente a operadores licenciados para lá instalarem um recipiente, de 30 litros que, quando estiver cheio, é recolhido. “Todos os dias recebemos mensagens de pessoas que nos perguntam onde podem entregar os seus óleos”, referiu.

O cenário é melhor para a restauração, por exemplo. Segundo Cármen Lima, entre 70 a 80 por cento dos restaurantes do país já entregam os seus óleos alimentares usados. “Mas isto não significa que todos os operadores sejam licenciados”, alerta.

 

 

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